Bouça, a aldeia que respira atletismo

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Na terra quase toda a população é sócia do clube, que tentam ajudar oferecendo desde uma galinha para rifar ou uns pneus para as carrinhas

Após muitos anos a utilizar os carros particulares de dirigentes e sócios, conseguiram-se as desejadas carrinhas. Com elas veio o encargo dos seguros. Nelson Nunes, antigo atleta e director, recentemente emigrado na Suíça em 2007, decidiu transportar para o país em que estava a solidariedade que notava na Bouça. Organizou um jantar com gente da terra a viver nos vários cantões e com as verbas angariadas pagou-se essa factura.

"Levei para lá o espírito que se vive aqui e as pessoas aderiram, têm ligação ao clube e à terra", nota Nélson Nunes, de 26 anos, que entretanto regressou à anexa de Cortes do Meio. Já a aquisição da primeira viatura, há dois anos, esteve dependente da boa vontade da comunidade. Organizaram-se festas, fizeram-se rifas, até se conseguir o dinheiro. As quermesses e leilões foram outra solução encontrada, à qual a população aderiu. "Uns deram talassas, outros galinhas ou rolas, participam como podem", lembra David Bizarro, também ele antigo atleta, como o pai e outros familiares, antigo presidente e actualmente vice-presidente do Grupo Desportivo e Animação Cultural da Bouça.

Foi esta "união" que Telma Silva foi encontrar no clube de uma aldeia com apenas cerca de 200 habitantes. Há duas temporadas na Bouça, impressionou-a a dinâmica e capacidade de mobilização de uma colectividade num meio tão pequeno. "Conseguem ter ali a correr nas ruas dezenas de crianças e jovens, fazem um trabalho com muito mérito", considera uma das atletas mais destacadas do clube.

Com o atletismo no sangue

"O atletismo está no sangue do pessoal da Bouça, de uns mais outros menos. Cá toda a gente já praticou ou tem alguém na família que o fez. Se não foi o pai foi o tio ou o primo", diz David Bizarro. Fundado "por causa de três ou quatro que andavam sempre para aí a correr", o clube iniciou a actividade nos anos 70. Depois viveu períodos difíceis e chegou a estar sem actividade, até os miúdos da terra nos anos 90, dirigentes desde essa altura, se terem interessado.

in Notícias da Covilhã

O Humor de Natal

Santa Bebiana


Apesar de pouco se conhecer da história da Santa Bebiana na nossa Aldeia, os Pastores da nossa terra, não se intimidaram com a noite de chuva e bastante fria, e sairam a rua com os chocalhos nos braços e deram a volta a nossa aldeia, cumprindo assim a tradição que já vem de tempos passados.
O pouco que se sabe desta padroeira é relatado pelos mais antigos que contam que durante o mês de Dezembro, era festejada a padroeira do vinho por pastores e agricultores. Segundo o relato, os pastores andavam com o gado nas encostas da Serra e arredores, colocavam os chocalhos na cintura e, com os ganhões, festejavam junto às pipas de vinho. Após a ronda por todos os pipos, faziam uma grande ceia, onde o mais atrevido pregava o sermão para os “irmãos” e rezava-se o Pai Nosso dos Bêbedos.




Gripe A – A Realidade

20 Anos dos JOVENS DA BOUÇA no próximo fim-de-semana

                           

Falecimento

                                

É com enorme tristeza que publicamos mais uma noticia de um falecimento na nossa Aldeia.

Faleceu hoje dia (29 de Novembro 2009)  no hospital da Covilhã, a Sra Filomena dos Reis Vila Sousa de 61 anos, casada com o Sr João Sousa e mãe do Celso e da Beta.
O Funeral realiza-se esta Segunda-feira dia (30 de Novembro 2009)

 

À família este Blog apresenta as sentidas Condolências

O Natal está a chegar!!!!

Falta menos de um mês para o Natal e com os feriados que se avizinham, decerto haverá mais tempo para começar a decorar as nossas casas!

Carta Aberta aos Covilhanenses - Luis Alçada a propósito da Barragem das Penhas

Carta_Aberta_Luis_Alcada

Domingo temos futebol

Dialectos Serranos